sábado, 15 de janeiro de 2011

Rilke, Machado de Assis & Deleuze entre um faz de conta e um fato.

Rilke, Machado de Assis & Deleuze entre um faz de conta e um fato.

                                                                                                                           
Na superfície tudo está calmo. Ninguém vê nada de anormal. Na profundeza tudo esta confuso. Ninguém, também, vê nada de anormal. Poucos são aqueles que enxergam o de fora e o de dentro. E desconfia quando tudo está perfeito de mais. Poderia citar Rilke, mas a frase exata fugiu. Então assim como Machado de Assis posso dizer que estou citando vulgarmente Rilke, como fez a Rita com o Hamlet. O equilíbrio é estar no meio, acho que é o devir de Deleuze. Acho, não tenho tanta certeza, ora tenho, ora não. E no meio ter a noção de ficcionar a vida. Deve ser por isto que poucos se equilibram. Uns perdem o controle da ficção e tornam-se um faz de conta. Outros esbanjam realidade demais e tornam-se um fato. No meio, no canto, dentro e fora de si não é para quem quer, mas para quem pode.

Naiana de Freitas 15/01/2011

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