domingo, 27 de fevereiro de 2011

Mais Oscar Wilde.

"Quando gosto muito de uma pessoa,não gosto de dizer-lhe o nome a ninguém,pois é o mesmo que entregar parte dela".


Trecho do livro: Wilde, Oscar. O retrato de Dorian Gray: tradução de José Eduardo ribeiro Moretzsonh. São Paulo: abril, 2010.p.16


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Versão de : I Want To Hold Your Hand em Glee!

I like it!
***********************************
I Want To Hold Your Hand



Oh yeah, I'll tell you something,I think you'll understand.When I say that somethingI wanna hold your hand,I wanna hold your hand,I wanna hold your hand.


Oh please, say to meYou'll let me be your manAnd please, say to meYou'll let me hold your hand.Now let me hold your hand,I wanna hold your hand.


And when I touch you I feel happy inside.It's such a feeling that my loveI can't hide, I can't hide, I can't hide.


Yeah, you've got that something,I think you'll understand.When I'll say that somethingI wanna hold your hand,I wanna hold your hand,I wanna hold your hand.


And when I touch you I feel happy inside.It's such a feeling that my loveI can't hide, I can't hide, I can't hide.


Yeh, you've got that something,I think you'll understand.When I'll feel that somethingI wanna hold your hand,I wanna hold your hand,I wanna hold your hand.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Quero que os amantes...

 "Quero que os amantes deste mundo,mortos,ouçam nossa risada e entristeçam.quero que o fôlego de nossa paixão revolva-lhes o pó e o transforme em consciência."


Trecho do livro: Wilde, Oscar. O retrato de Dorian Gray: tradução de José Eduardo ribeiro Moretzsonh. São Paulo: abril, 2010.p.77

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Brinde aos dois


foto:Naiana Freitas₢
Brinde aos dois
Brinde:
Aos beijos curtos,
Aos olhares entrecortados,
Aos toques rápidos e macios,
Aos sorrisos simples de quem ama;
Brinde:
Aos beijos longos,
Aos olhares penetrantes,
Aos toques demorados e extasiantes,
Aos sorrisos altos de quem ama;
Brinde:
Aos dois
Aos seus olhares, toques, sorrisos e beijos,
Aos seus curtos, entrecortados, rápidos, macios sorrisos.
Aos seus longos, penetrantes, demorados e extasiantes sorrisos.
Aos seus simples e altos gestos de amor.

Em H.
Naiana Freitas-14/02/2011

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Longuíssimo...

Realmente o processo de aprendizagem é muito longo..cada dia que passa tenho mais certeza.Longuíssimo. Ás vezes insuportável, mas admiravelmente belo quando se acomoda aquele saber em sua mente.

Naiana Freitas-20/02/2011

sábado, 19 de fevereiro de 2011

O amor por entre o verde- Vinícios de Morais

     Li o texto abaixo lecionando e desejo compartilhar.        
 ***************************************************************
O amor por entre o verde

Não é sem freqüência que, à tarde, chegando à janela, eu vejo um casalzinho de brotos que vem namorar sobre a pequenina ponte de balaustrada branca que há no parque. Ela é uma menina de uns 13 anos, o corpo elástico metido nuns blue jeans e num suéter folgadão, os cabelos puxados para trás num rabinho-de-cavalo que está sempre a balançar para todos os lados; ele, um garoto de, no máximo, 16, esguio, com pastas de cabelo a lhe tombar sobre a testa e um ar de quem descobriu a fórmula da vida. Uma coisa eu lhes asseguro: eles são lindos, e ficam montados, um em frente ao outro, no corrimão da colunata, os joelhos a se tocarem, os rostos a se buscarem a todo momento para pequenos segredos, pequenos carinhos, pequenos beijos. São, na sua extrema juventude, a coisa mais antiga que há no parque, incluindo velhas árvores que por ali espapaçam sua verde sombra; e as momices e brincadeiras que se fazem dariam para escrever todo um tratado sobre a arqueologia do amor, pois têm uma tal ancestralidade que nunca se há de saber a quantos milênios remontam.
Eu os observo por um minuto apenas para não perturbar-lhes os jogos de mão e misteriosos brinquedos mímicos com que se entretêm, pois suspeito de que sabem de tudo o que se passa à sua volta. Às vezes, para descansar da posição, encaixam-se os pescoços e repousam os rostos um sobre o ombro do outro, como dois cavalinhos carinhosos, e eu vejo então os olhos da menina percorrerem vagarosamente as coisas em torno, numa aceitação dos homens, das coisas e da natureza, enquanto os do rapaz mantêm-se fixos, como a perscrutar desígnios. Depois voltam à posição inicial e se olham nos olhos, e ela afasta com a mão os cabelos de sobre a fronte do namorado, para vê-lo melhor e sente-se que eles se amam e dão suspiros de cortar o coração. De repente o menino parte para uma brutalidade qualquer, torce-lhe o pulso até ela dizer-lhe o que ele quer ouvir, e ela agarra-o pelos cabelos, e termina tudo, quando não há passantes, num longo e meticuloso beijo.
Que será, pergunto-me eu em vão, dessas duas crianças que tão cedo começam a praticar os ritos do amor? Prosseguirão se amando, ou de súbito, na sua jovem incontinência, procurarão o contato de outras bocas, de outras mãos, de outros ombros? Quem sabe se amanhã quando eu chegar à janela, não verei um rapazinho moreno em lugar do louro ou uma menina com a cabeleira solta em lugar dessa com os cabelos presos?
E se prosseguirem se amando, pergunto-me novamente em vão, será que um dia se casarão e serão felizes? Quando, satisfeita a sua jovem sexualidade, se olharem nos olhos, será que correrão um para o outro e se darão um grande abraço de ternura? Ou será que se desviarão o olhar, para pensar cada um consigo mesmo que ele não era exatamente aquilo que ela pensava e ela era menos bonita ou inteligente do que ele a tinha imaginado?
É um tal milagre encontrar, nesse infinito labirinto de desenganos amorosos, o ser verdadeiramente amado... Esqueço o casalzinho no parque para perder-me por um momento na observação triste, mas fria, desse estranho baile de desencontros, em que freqüentemente aquela que devia ser daquele acaba por bailar com outro porque o esperado nunca chega; e este, no entanto, passou por ela sem que ela o soubesse, suas mãos sem querer se tocaram, eles olharam-se nos olhos por um instante e não se reconheceram.
E é então que esqueço de tudo e vou olhar nos olhos de minha bem-amada como se nunca a tivesse visto antes. É ela, Deus do céu, é ela! Como a encontrei, não sei. Como chegou até aqui, não vi. Mas é ela, eu sei que é ela porque há um rastro de luz quando ela passa; e quando ela me abre os braços eu me crucifico neles banhado em lágrimas de ternura; e sei que mataria friamente quem quer que lhe causasse dano; e gostaria que morrêssemos juntos e fôssemos enterrados de mãos dadas, e nossos olhos indecomponíveis ficassem para sempre abertos mirando muito além das estrelas.

NPF-19/02/2011
disponível em: http://www.viniciusdemoraes.com.br/poesia/sec_poesia_view.php?back_page=5&acao=listar&busca=&id_tipo=2&PAGE=67


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O pequeno Príncipe a intelectualidade e a não criticidade.


O pequeno Príncipe a intelectualidade e a não criticidade.

Eu deveria ser BBB, atendente, vereadora, deputada... Ou modelo daquele programa da Sony. Eu li O pequeno Príncipe-maravilhoso. É um livro cheio de palavras que causam um eco na sua cabeça-mas, mas como meu pai diz sou a intelectual da família. Aquela que fez voto de pobreza como disse um amigo meu: "professor no Brasil faz voto de pobreza”. Então, porque eu deveria ser outra coisa?É pelo dinheiro? Não completamente. Se você recebe por aquilo que adora fazer, aquilo que te comove, ou por aquilo que você sabe fazer, o dinheiro rende. É a minha concepção. O ruim, é que a os professores que para serem reconhecidos como intelectuais precisam ser doutores-professores de uma UNB, USP,UFRJ etc..O problema não é a alçada a intelectualidade.Como já me disseram, ser ou não é poder e não desejo.Mas são os que desejam que hoje estão visíveis.A conseqüência chata de ser alguém que pensa é saber que é melhor permanecer no estado da ignorância.Não é ser ignorante,mas é estar no estado de ignorante. Oh, Pequeno príncipe, onde estão os questionamentos que você fez em suas viagens? As pessoas estão cada vez mais, mais, mais ao infinito mergulhadas na não criticidade.
Naiana Freitas- 18/02/2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O Big Brother Brasil e as bordas dos reparos...

São os tolos,vaidosos e bonitos que estão em voga...ah falando nisso, nunca vi uma edição do Big Brother Brasil tão manipulada. É uma manipulação em certos pontos descuidada.Porque é visível as bordas dos reparos.Onde estão os bons romancistas?é de um roteiro  melhor que eles precisam.Acho que nem existem participantes de reallity shows como antigamente.E na grande final os telespectadores "votam" no menos pior.Porque os menos tolos,menos violentos,menos narcisitas e mais "feios" são "eliminados" primeiro.

17/02/2011
Naiana Freitas
:) ......... :(
    :-o  ohhhh!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Da cor Brasileira: Música/ poema- Maria Bethânia

Da cor Brasileira

Maria Bethânia/Composição: Joyce e Ana Terra

De quem falo me acha direita
Se casa comigo, se rola e se deita
Me namora quando não devia
E quando eu queria me deixa na mesa
De quem falo me fala macio
E finge que entende o que nem escutou
Me adora e me quer tão somente
Enquanto o que mente é o que acreditou
Esse homem que passa na rua
Que encontro na festa e me vira a cabeça
É aquele que me quer só sua
E ao mesmo tempo que eu seja mais uma
De quem falo ele é feio e bonito
Mais velho e menino, meu melhor amigo
É o homem da cor brasileira
A loucura e besteira
Que dorme comigo.


:) em H.:)

NPF-16/02/2011

 


domingo, 13 de fevereiro de 2011

Estrada ao amanhecer - Seabra/BA-EBEL 2009



Imagens feitas do ônibus a caminho do XIII EBEL. Ótimas Lembranças. Gostaria de compartilhar!
Naiana Freitas- 13/02/2011

Uma prova de geografia ,uma prova de concurso e a não resposta.

Uma prova de geografia ,uma prova de concurso e a não resposta.

O que é uma prova?Neste momento não vou fazer um breve histórico de todas as provas que já fiz na vida. Claro que lembrei daquela prova de geografia que fiz na 7º série, onde não sabia responder quantos estados compõem os Estados Unidos da América. E depois, tudo ficou tão óbvio que a prova se tornou agora a lembrança de uma feliz falha, mas aos 13 anos foi um tormento. Não acertei aquela questão. Depois vieram as provas da faculdade, nestas recordo sempre das provas de realidade fantástica. Aquelas respostas que elaborei em um período de duas horas e que tinham a extensão de duas páginas frente e verso para cada questão. Esconderei os fracassos das respostas mais objetivas. Porque sou subjetiva. Sempre estou no espaço da subjetividade. Da minha subjetividade tão vasta e extremada. Então depois de passar anos respondendo as respostas quase perfeitas, eis que agora elaboro as perguntas quase primorosas. Passei para o lado de lá. O lado de quem deseja as respostas para as suas perguntas de prova. Nisso, posso dizer que sou até melhor. Porque o meu estado de não concretude, independência e identidade levam-me a não desejar respostas extáticas e vazias. Quem está no centro é quem responde, ele só tem que ser inteligente para me convencer de sua resposta. Mas a intenção desse texto é falar de uma prova especifica uma que estou iniciando o meu processo de acomodação psicológica e intelectual. Neste caso, uma prova de concurso. Nesta, as respostas sempre são as mais estranhas. E parecem nunca verdadeiras. Assim, a cada prova que faço, percebo que devo saber sempre menos e apenas ter uma idéia da resposta que eles supõem ser a correta. É só isso. Mas isso é o mais difícil concordo, entender a subjetividade do seleto grupo de profissionais que elaborou uma prova em que 100 pessoas lutam por uma vaga. Mas, é um processo... quem sabe na milésima prova que responder encontro as respostas sempre certas? Será que já não fiz a milésima? Se eu faço prova desde os três anos de idade? É, pensando bem, só há uns 4 anos percebi o pensamento que deve te mover a responder uma prova de concurso. Que é: o que sei, sei. Mas não é isso que eles querem saber.. .A resposta certa não é a minha e sim a deles.

Naiana Freitas – 13/02/2011

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Não sei porque as palavras são parcas no êxtase ..alegria ou felicidade. 




Naiana PFreitas-11/02/2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O retrato de Dorian Gray de 1889 e sua atualidade!

Oscar Wilde escreveu O retrato de Dorian Gray ,olha o trecho,  em 1889. Só lembro agora de Ítalo Calvino em Por que ler os clássicos?


"O objetivo da vida é o autodesenvolvimento; é perceber, com perceber, com perfeição, nossa natureza... É para isso que estamos aqui, cada um de nós. Mas, hoje em dia, as pessoas têm medo de si próprias. Esqueceram-se da mais elevada das obrigações, a obrigação que devemos a nós mesmos. Mas, é claro, são caridosas. Alimentam os famintos, vestem os mendigos. A alma delas, entretanto, sente fome, está nua. A coragem desapareceu desta raça e,talvez,jamais tenha existido em nós.”



Wilde, Oscar. O retrato de Dorian Gray: tradução de José Eduardo ribeiro Moretzsonh. São Paulo: abril, 2010.p.33

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Série -Aline-uma coisa menos enfadonha para assistir na Tv..






 Muito divertido..ainda bem, uma coisa menos enfadonha para assistir na Tv...deve ser porque concordo com a personagem, e algumas vezes observar o mundo com a perspectiva dela vale muitoo..e se ganha muitos risos!Até que fim algo divertido na TV!!! só podia ser uma feminista...acho que ela é..risos..Por que? Assista! :)
NPF-07/02/2011

Profissão em alta: deputado federal.

ehhhhh!!!,Profissão em alta: deputado federal. Por que? neste campo profissional podemos encontrar: ex-lutador, ex-atriz, ex-cantor, ex-mulher do rei,ex-jogador...acho que nemexiste mais deputado federal por tradição..aliás existe sim.Ó Salvador ai? :)
NPF-07/02/2011

domingo, 6 de fevereiro de 2011

È por isso que a adoro.


Adoro a liberdade. Ela despenteia o meu cabelo e me agarra às vezes com garras enormes, medonhas. Outras vezes quando está de bom humor, me acarinha e me diz assim: vá por ali... Vou e não olho para trás. Liberdade e passado nunca combinam. È por isso que a adoro. Acho que a adoro porque quem tem muito sonho não vive sem liberdade: Sufoca!Ainda bem que na maioria das vezes está com um humor elevado, porque me abraça somente com unhas cortadas.

:) NPF- 06/02/2011

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Trechos do prefácio do livro: O retrato de Dorian Gray


Não existe isto de  livros morais ou imorais. Livros são coisas bem escritas ou mal escritas. E só.”

“Nenhum artista deseja provar coisa alguma. Até mesmo as coisas verdadeiras podem ser provadas”.

“A única desculpa para fazer uma coisa útil é que a admiramos com intensidade.”


Trechos do prefácio do livro: Wilde, Oscar. O retrato de Dorian Gray: tradução de José Eduardo ribeiro Moretzsonh. São Paulo: abril, 2010.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O livro de Eli: É para pensar, questionar e interpretar com a toda a fé da razão.


O livro de Eli: É para pensar, questionar e interpretar com a toda a fé da razão.


Assistindo hoje, sem querer querendo, porque foi arrumando tudo que encontrei o filme: O livro de Eli. No inicio o filme é bastante sangrento. Mas depois de muito sangue, faca e mentirada norte-americana. Aquela do tipo, um contra dez e o um ganha. A narrativa de o livro de Eli é bastante interessante, pena que só tive acesso à versão dublada, então as minhas idéias acerca do filme, serão formuladas a partir desta versão. O enredo se desenvolve em uma atmosfera caótica, pois a terra foi reduzida à poeira e a famintos. O personagem central carrega um livro, cobiçado. Um livro poderoso: a bíblia.   O inimigo de Eli obcecado pela obra afirma: “[...]. Não é qualquer livro, é uma arma cujo alvo são os corações.”.  Essa é a idéia que eu quero agarrar.. Em um mundo sem esperanças, a bíblia torna-se uma arma poderosa. Pois, através dela pode-se aglomerar, alienar e confortar. A narrativa poderia ser transposta para o nosso presente. Sem nenhum prejuízo. O inimigo, que no caso não lembro seu nome, persegue Eli todo o resto do filme. Ele deseja possuir o livro poderoso, para mandar com maior propriedade, como os reis fizeram por muito tempo. Mandar na verdade ele já mandava, mas a intenção é que os outros obedecessem mais facilmente.  Ele precisava das palavras da bíblia para que elas o ajudassem a comandar e em conseqüência os comandados obedeceriam pela fé. Por fim, sem texto escrito na mão, Eli por um processo de transcrição reconstitui a obra. Lembrei-me dos copistas, e do filme Fahrenheit 451.  E de como a bíblia é interpretada como a original. E o que é original? Por minha perspectiva de leitura, o filme possui uma intertextualidade abundante. É para pensar, questionar e interpretar com a toda a fé da razão.
NPF :)

30/01/2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Haja conformismo!


Haja conformismo!
Enquanto no Cairo, o povo se aglomera com a ajuda da net, aqui a net só serve para agredir o outro. Como fez a paulista contra os nordestinos!
:( NPF-01/02/2011