segunda-feira, 4 de julho de 2011

O sonho que esqueci, não encontrei.

O sonho que esqueci, eu não encontrei.
Na ausência de sonhos, lembrei-me daquele que escrevi em um pedaço de papel. Eram tantos, uma lista enorme, acompanhados por pequenos xis e vês. Uns realizei. Os seus talvez, aliás, muitos dos nossos. Agora, lembrei: guardei-o em uma caixa o sonho com açúcar. Abri o guarda-roupa e nele tantas caixas existiam. Caixas grandes, pequenas, rosas, com fitas, com pincéis, roxas com flores amarelas. Algumas nossas: secretas. Uma infinidade de caixas, de modelos. Louca, resolvi abrir todas, uma por uma, despejei-as. Despejei todas as lembranças para fora. Mas, o pedaço de papel, com o sonho que esqueci, eu não encontrei. No desencontro descobri que existe  uma caixa vazia para aquele novo sonho que te contei.
®Naiana Freitas, 04 de julho de 2011.

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