domingo, 17 de julho de 2011

Título de doutor... E a automedicação no Brasil: pobre sofre!

Título de doutor...  E a automedicação no Brasil: pobre sofre!

Ouvi a notícia que houve uma queda na compra de antibióticos no Brasil. Devido à nova lei que proíbe a venda deles sem receita. Nessa conta devem constatar também a quantidade de óbitos de gente que depende do SUS. Porque para você ser atendido em um hospital público, você precisa estar ensanguentado! Lembro-me agora de certa vez que fui ao atendimento, o médico não me perguntou nada. A sala dele parecia um almoxarifado. Havia na sala umas cinco pessoas batendo papo. Ele me perguntou umas coisinhas e marcou lá no papel. Sai de lá insuportavelmente descontrolada, se fosse outra, tinha feito qualquer coisa ilegal naquela consulta, naquele hospital. Fico aqui pensando, quando uma pessoa estiver com dor na garganta não pode comprar mais aquele remédio que conhece. Dirige-se para um hospital. Não tem médico. Ou se tiver, ele provavelmente dirá: você tem virose. Parece que para virose não há remédio... Depois, o pobre ainda leva fama de estar se automedicando. Pobre morre de fome. De doença.  Se houvessem médicos que servissem, aposto que não haveria falta de receitas... Depois querem dizer que são médicos por amor. Amor a quê? Pode haver exceções, na gramatica existem milhares, por que não nesta classe? Raro é encontrar uma exceção dessas.  No Brasil, Ser paciente é tão diferente de ser cliente. É triste, saber que você pode deixar alguém morrer e ainda culpar o doente, o governo, os astros, os blá..blá....Ás vezes dá vontade de dar uma sacudidela em um sujeito-médico desse e dizer: você estudou para que? Para ter título de doutor? Não se preocupe porque terei um também. É tanta sujeira, que nem aspirador resolve!

®Naiana Freitas, 17 de julho de 2011.

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