quarta-feira, 17 de agosto de 2011

As figuras da sintaxe do amor...


As figuras da sintaxe do amor...

A elipse do sujeito fazia parte do zeugma de vida dela. Eles mantinham uma silepse de pessoa subtendidos. Com tanto amor deu-se um pleonasmo infinito e de tantos “e” repetidos deu-se um polissíndeto. Só ocorria anacoluto quando estavam separados e conectivos não faziam. Mas, sempre no dia -a -dia criavam anáforas um para o outro. Assim, o amor não morria.

®Naiana Freitas, 17 de agosto de 2011.

Um comentário:

Obrigada!!!