segunda-feira, 31 de outubro de 2011

sábado, 29 de outubro de 2011

Qual a sua essência? ou O que é isso?

Qual a sua essência? ou O que é isso?

Quem foi que criou essa propaganda??

Acho que com certeza não foi ninguém que soube da existência do feminismo e/ou  estudos de gênero. Para quem não viu, veja agora: 




Nem vou me alongar nessa fofura toda. Mas, observem a conclusão cito-a: 
"[...]Eu poderia ter qualquer profissão, mas eu sempre seria mãe. Essa é a minha essência."

®Naiana Freitas, 29 de outubro de 2011.

Bilhete para o Sintaxe...


Bilhete para o Sintaxe...
...
Desculpe,
......
Estes foram dias de piscadela... Foi difícil piscar os olhos para você e não poder dizer o que queria. Por puro cansaço. E por muita agonia... Tanta aflição que me fez pensar o que queria dizer e não podia. Porque foram raros os momentos que não pensei nesses dias. Hoje novamente cheguei à conclusão: sinceramente tenho que diagnosticar para minha soul: não leia jornal, não assista jornal, nem propaganda, nem nada...Só conheça o mundo por teoria. Porque não tenho entendido bem essa prática de ser vivente. Tenho dúvida se somos humanos. Será que somos? Tudo de cabeça para baixo, e as pessoas pagodeando é de cima para baixo... Relaxa que eu encaixo... O que é que se faz? Um consultório psicanalítico geral para casos de emergência, internamentos ajuda? Parece que o avô Mariano estava certo: “O mundo já não era um lugar de viver. Agora, já nem de morrer é...” COUTO. Mia. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. São Paulo: Companhia das letras, 2003.p.23.

Abraços meus...
®Naiana Freitas, 29 de outubro de 2011.

Mia Couto II


Mia Couto II
“[...]Só o medo do que há lá fora nos prende ao chão.”



COUTO.Mia. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. São Paulo: Companhia das letras,2003.p.65.

®Naiana Freitas, 29 de outubro de 2011.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mia Couto




 
“No fundo, porém, o azul nunca é uma cor exacta. Apenas uma lembrança, em nós, da água que já fomos.”
Mia Couto.

COUTO.Mia. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. São Paulo: Companhia das letras,2003.p.20

domingo, 23 de outubro de 2011

Eu que não sei lidar com ela...


Eu que não sei lidar com ela...

Foi na chuva grossa que ela chegou com seu manto. Eu não a vi. Eles vieram me trazer a notícia. Eufemisticamente me disseram: Aquela se foi...  Eu chorei. Não pensei em chorar, mas chorei sem querer. E a cada lágrima lembrei de todo meu passado unido aquela casa, aquele quintal, aquela paciência toda para nós “todas”. Eu que acenava todos os dias para ela quando saia à rua, ela sentada ali no passeio....Só sei que ela foi ativa em minha vida durante um longo tempo e eu não consegui pensar em ir visitá-la de novo, morta. Eu adoraria ter em mim a naturalização da morte, não como discurso, não como ciência, mas sim como barreira para a não falta e o não sentimento.
.Do jardim de minha mãe.



®Naiana Freitas, 23 de outubro de 2011.