terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mia Couto




 
“No fundo, porém, o azul nunca é uma cor exacta. Apenas uma lembrança, em nós, da água que já fomos.”
Mia Couto.

COUTO.Mia. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. São Paulo: Companhia das letras,2003.p.20

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