quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

"[...] eis aqui a cidade da Bahia"(Gregório de Matos)



Pagamos caro, sentar é um luxo, e os ônibus cada dia que passa estão mais sucateados. 
Mas, a cidade só respira carnaval. 



Naiana Freitas, 31 de janeiro de 2013. 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Os dois estudos...

Muitos estudam para trabalhar e eu estudo para viver. Se existe erro, o erro é meu.


Naiana Freitas, 30 de janeiro de 2013.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Jardim digital 2013 XIII_a extrovertida

  
Para terminar a exposição digital, escolhi a flor com o ar mais extrovertido de todas. Essa foi a menos tímida   dentre as fotografadas, não sei como, mas foi.

Foto: Naiana Freitas

Foto: Naiana Freitas

Foto: Naiana Freitas

Foto: Naiana Freitas



Naiana Freitas, 28 de janeiro de 2013.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Jardim digital 2013 XII_a melancólica

Essa é a flor mais melancólica que fotogravei no ano passado:


foto:  Naiana Freitas


foto:  Naiana Freitas

foto:  Naiana Freitas

foto:  Naiana Freitas

foto:  Naiana Freitas





Naiana Freitas, 27 de janeiro de 2013.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Jardim digital 2013 XI_ os espinhos


Nem tudo serão flores em 2013, meu jardim não é perfeito!

Foto: Naiana Freitas

Foto: Naiana Freitas
Foto: Naiana Freitas

Naiana Freitas, 25 de Janeiro de 2013.

Jardim digital 2013 X_ a flor rosa

foto: Naiana Freitas

foto: Naiana Freitas

Naiana Freitas, 25 de janeiro de 2013.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Jardim digital 2013 VI_ em dias de sol e chuva


as flores na janela de minha casa: Em dias de sol.


Foto: Naiana Freitas 



as flores na janela de minha casa: Em dias de chuva



Foto: Naiana Freitas 

Naiana Freitas, 20 de janeiro de 2013.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Jardim digital 2013 III_ a flor azul

foto: Naiana Freitas



Naiana Freitas, 17 de janeiro de 2013. 

Sou do tempo...


Sou do tempo
Longe, talvez perto...
Sou do tempo de elogios
Sou do tempo de braços dados
Sou do tempo de amizades
Sou do tempo de agonia
Sou do tempo despedaçado
Sou do tempo além da beleza
Sou do tempo da conversa
Sou do tempo do amor
Sou do tempo da arte

Os elogios não são cantadas
Os abraços não são indiretas
As Amizades não são virtuais
A Agonia não está no mundo, mas no íntimo.
Eu  despedaço a carta na mão,  não na lembrança!

Além da beleza as pessoas são perfeitas
Conversa curta ou longa é conversa perto
Amor não é atração

Sou do tempo da arte:
Da educação
Do esperar
Do aspirar

Sou do tempo meu.
E por isto, o tempo que eu conheço gira somente dentro de mim.

Naiana Freitas,10 de setembro de 2012

domingo, 13 de janeiro de 2013

A primeira linha

O difícil é escrever a primeira linha: 
deixar cair  os pensamentos no papel como moeda é içar seu corpo no escuro. 

Naiana Freitas, 13 de janeiro de 2013.

sábado, 12 de janeiro de 2013

My analysis of song Civil war[1]




When, I found this song, Civil war by Guns n´Roses, I discovered that my brother, who´s 14 years old, knows more about music than me. He knows this song and when I said to him: “- I will do my final English work using this song, Civil war. He was very happy and he introduced the song to me. Cause I had never listened it. So, I will tell about Civil war.
The song Civil war has modern lyrics, because the music “speaks” about the Vietnam War in 20th century, but today we can read the lyrics changing the idea about Vietnam war for the human civil war our planet, countries, cities, neighborhoods. Today, we have “failure to communicate”. The people killed one another without reason. So, women are crying over the bodies of the children. The “ young men fighting” for drugs. Before, they had gone to war to fight for their country. There was an enemy. At least there was an ideological discourse that said this. (There is happens in some countries still, for example, in the USA, China, and Korea). Today, we are the enemy. I believe that post- modernism also changed the war. Our lifestyle changed what we had understood about war.
The fear, hated is present in our modern life. The song seems a shout of revolt because the singer said: “My hands are tied/ the billions shift from side to side...”.In Brazil, for example, the civil population is with the hands tided as crime rise. And who controls the money?
The next lines seem like a memory of past. Because the song shows us memory with history: “[...] and in my first memories/ they shot Kennedy...” then the song said: “[...] so I never fell for Vietnam...” This sentence needs to be read in a context to make the meaning clear. Today, we “don’t need your civil war”. In this way, I can change the possessive adjective: “your” (government)   to “our” (people). And continued: “[...] It feeds the rich while it buries the poor/ your power hungry selin’Soldiers/ in a human grocery store "Ain't that fresh"/I don't need your civil war.”  It is very strong the image made by “human grocery store”. In this sentence it is possible to feel the horror of war of Vietnam or the horror our war. (Present war). This song became in an anthem of revolt, because every time the phrases show us a concern, revolt, and impatience. When we listen: “[...] Look in the doubt we’ve wallowed/ look at the leaders we’ve followed/ look at the lies we’ve slowed/ and I don’t want to hear no more”.
Once again: “[...] my hands are tied/ for all I’ve seen has changed my mind/ but still the wars go on as the years go by.” Today despite the fact that we have seen terrible things around the world, we are doing the same things, or despite time (20th   for 21st century) that as gone, we haven´t learn. The population (people) doesn’t learn to change their ideas. The final part of song   is very amazing, because I haven’t words to explain it. Because,  it is very strong. It makes us reflect. So I need to say once again: “[...]'Cause all these dreams are swept aside/ by bloody hands of the hypnotized/ who carry the cross of homicide/ and history bears the scars of civil wars”. Finality “the popular war advances”. I don’t know if “peace is closer”. Sincerely,  I don’t know. As the last phrase of the song: “[...] what so civil 'bout war anyway...” It’s a good question. But I don’t have answers. I think, people don’t think about this question, or Why do we fight? Why do we kill other people? Why?

Naiana Freitas, 12 de janeiro de 2013.



[1]  Nota da blogueira: este texto foi escrito em 2009. 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Cantiga sua partindo-se/ João Ruiz de Castelo Branco




Senhora, partem tão tristes
meus olhos por vós, meu bem,
que nunca tão tristes vistes
outros nenhuns por ninguém.

Tao tristes, tão saudosos,
tão doentes da partida,
tão cansados, tão chorosos,
da morte mais desejosos
cem mil vezes que da vida.

Partem tão tristes os tristes,
Tao fora d'esperar bem,
que nunca tão tristes vistes
outros nenhuns por ninguém.

In: SPINA, Segismundo. Presença da literatura portuguesa. São Paulo: Difusão europeia do livro, 1969.

Naiana Freitas, 11 de janeiro de 2013.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A rainha lilás...


A Flor bonita é a flor no pé. E delas apenas guardo o cheiro, a cor e a lembrança do local em que as fotografei. Nestes momentos, devo ter dito euforicamente estas palavras: isso é perfeição! Peço licença para expô-las aqui, e iniciar o ano de 2013 lembrando-me de todas as flores que colhi, sem nem perceber.

Inicio com a rainha lilás da minha casa, porque quando seu pé floresce é somente exclamações!

























Naiana Freitas, 10 de janeiro de 2013.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Balada do Amor através das Idades/ Carlos Drummond de Andrade




Eu te gosto, você me gosta
desde tempos imemoriais.
Eu era grego, você troiana,
troiana mas não Helena.
Saí do cavalo de pau
para matar seu irmão.
Matei, brigamos, morremos.

Virei soldado romano,
perseguidor de cristãos.
Na porta da catacumba
encontrei-te novamente.
Mas quando vi você nua
caída na areia do circo
e o leão que vinha vindo,
dei um pulo desesperado
e o leão comeu nós dois.

Depois fui pirata mouro,
flagelo da Tripolitânia.
Toquei fogo na fragata
onde você se escondia
da fúria de meu bergantim.
Mas quando ia te pegar
e te fazer minha escrava,
você fez o sinal-da-cruz
e rasgou o peito a punhal...
Me suicidei também.

Depois (tempos mais amenos)
fui cortesão de Versailles,
espirituoso e devasso.
Você cismou de ser freira...
Pulei muro de convento
mas complicações políticas
nos levaram à guilhotina.

Hoje sou moço moderno,
remo, pulo, danço, boxo,
tenho dinheiro no banco.
Você é uma loura notável,
boxa, dança, pula, rema.
Seu pai é que não faz gosto.
Mas depois de mil peripécias,
eu, herói da Paramount,
te abraço, beijo e casamos.



ANDRADE, Carlos Drummond de. Balada do Amor através das Idades. In: AMARAL, Emília et al. Novas palavras: língua portuguesa ensino médio. 2 ed.renov.São Paulo: FTD,2005. p.21-22.(coleção novas palavras)


Naiana  Freitas,07 de janeiro de 2013. 

domingo, 6 de janeiro de 2013

Seguindo as palavras...


Seguindo as palavras de Anton Tchekhov: 

"[...]- É fácil ser forte neste mundo!"


Para saber o porquê, leia o conto: "Pamonha" integralmente em:
http://enchendolajeesoltandopipa.webnode.com.br/textos/pamonha-anton-p-tkechov/





Naiana Freitas, 06 de janeiro de 2013. 




Selo: Religiosidade demais, acomoda e incomoda.

Criação: Naiana Freitas





Naiana Freitas, 06 de Janeiro de 2013. 


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Azul/ Djavan



Eu não sei se vem de Deus 
Do céu ficar azul 
Ou virá dos olhos teus 
Essa cor que azuleja o dia 
Se acaso anoitecer 
Do céu perder o azul 
Entre o mar e o entardecer 
Alga marinha vá na maresia 
Buscar ali o cheiro de azul 
Essa cor não sai de mim 
Bate e fica a pé a sangue de rei 

Até o sol nascer amarelinho 
Queimando mansinho 
Cedinho, cedinho, cedinho 
Corre e vai dizer pro meu benzinho 
Hum! Dizer assim: o amor é azulzinho 



Disponível em:http://www.radio.uol.com.br/#/letras-e-musicas/djavan/azul/2476313. 


Naiana Freitas, 04 de janeiro de 2013.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O dois de janeiro e a copa: uma eterna ressaca de feriado




A partir de hoje não tenho mais dúvida sobre o que será decido para nós pobres habitantes da cidade na copa de 2014 em Salvador.  Essa certeza não nasceu de nenhuma revelação, calendário, ser mitológico. Não.  Na verdade eu já duvidava que esta fosse à reposta ao enigma: o que fazer com os habitantes de Salvador durante o período minguado de copa em 2014? A princípio, eu conjecturava a possibilidade de um convênio, entre o município e o governo do Estado, para fretar uma espaçonave gigante para por todos fora da órbita terrestre. Mas, depois que foi comprovado o déficit financeiro que assola a capital, dissolvi a ideia. Então, hoje sem mais nem menos, obtive a resposta, a lâmpada reacendeu!
Qual a resposta? Antes de respondê-la preciso contar o que aconteceu no dia 02 de janeiro de 2013. A cidade estava vazia, ônibus vazio, ausência de ladrão, pouquíssimas pessoas na praia, nenhum engarrafamento e discussão no coletivo. Sai de casa como de costume, no horário de costume. Cheguei ao destino em 1h. Normalmente faço o percurso em 2h ou 2h30. Ainda por cima, fui sentada durante todo o tempo. Essa atmosfera ludibriou-me, pois eu consegui pensar que realmente um novo ano surgia.  E eu nem acreditava! Tanto que olhei o relógio milhões de vezes. Estava em um dia de semana em Salvador? E tudo a minha volta confirmava um sim, cheio e redondo como a barriga do “bom velhinho”.
Por isso, desejei que o dois de janeiro continuasse eterno. (Não enquanto dure, porque acaba.) Eu quero que amanhã seja dois de janeiro, depois da manhã e consequentemente. De hoje em diante, todos os calendários precisam ter 365 dias, dois de janeiro! Aliás, como não sou de ferro, aceitaria o primeiro de janeiro. Desta forma, “o dois” não se tornaria um dia sozinho.  E repetidamente permaneceríamos em uma eterna ressaca de feriado. Desejo em alto e bom som: essa ressaca de feriado eterna! Nesta cidade bagunçada. De mar bom, calor nem tanto, educação insatisfatória, trânsito nem existe porque nada transita.
Quase me esqueci da resposta, tão explicita que cega.  Ah em 2014! A segunda opção que tinha pensado além da espaçonave era um grande carpete para jogar em baixo todo o povo. Mas, é imaginação além da conta... Então, a opção prática que agora eu vou acreditar é: compulsoriamente entraremos em um feriado municipal. Como antes de ser executada a ideia é louvável, o feriado se estenderá ao estado da Bahia, e se não existir reclamações teremos compridíssimos feriados nacionais! Do jeito que me amofino rápido, vou cansar dos feriados, dos dias 2, e etc. Sendo assim, vou iniciar uma campanha de assinaturas na internet para a aprovação de uma bolsa-fora-da cidade, fora-do-país, pode ser que agora, a população torne-se um empecilho aos interesses econômicos da nação.  Caso, eu não tenha um quórum de assinaturas, sinto-me na obrigação de ir ou rir...

Naiana Freitas, 03 de janeiro de 2013.


terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Citação de Machado de Assis


“Não eram golpes de pêndula, era um diálogo do abismo, um cochicho do nada”.

Machado de Assis


ASSIS, Machado de. O Espelho. In: Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar 1994. v. II.


Naiana Freitas, 1 de janeiro de 2012.