domingo, 24 de fevereiro de 2013

Descarnada morte...



Ocasionalmente me deparo com a morte. Ela sempre me macera e angustia. Ela não tem descarnados dentes, foice ou capuz. Ela é sempre nua e fria. De longe a espio, pois não quero intimidade... Sei que meu desejo é sem vontade. Porque quando ela romper em minha vida de verdade, não será por opção minha.


Naiana Freitas, 19 de fevereiro de 2013.

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