sexta-feira, 18 de abril de 2014

Mais um capítulo da greve ...[versão 2014]

A única figura pública, que mostrou algum posicionamento frente à questão da greve, foi o Dom Murilo krieger. Reconheço... Ele não se fingiu de morto. Entretanto, desconfio das intenções do eclesiástico: como a igreja ficaria sem rebanho em uma data tão cara para os religiosos como esta? [é para pensar...]. A manchete de capa do Correio da Bahia trouxe um: graças a deus! [a greve acabou]. A notícia confirmou a época estranha em que vivemos: excesso de informação, mas as explicações são sempre pela via do divino... Como naquela época longínqua, em que se nomeavam soberanos com o mesmo pretexto... Foram motivos humanos que induziram o fim e o início da paralisação. O “cabeça” [ou, um dos] aprendeu o que é decoro em ano de eleição... [Neste momento, foi preso pela justiça federal]. Ele descobriu como os conchavos políticos são mais importantes do que o dispositivo psicoterrorista implantado pelo movimento na população...


Naiana Freitas, 18 de abril de 2014.

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