domingo, 25 de dezembro de 2016

d.e.z.e.m.b.r.o: mês longo para os professores


d.e.z.e.m.b.r.o: mês longo para os professores.Muitos cálculos, muitas pendências, avaliações.Passa o ano e não passa o dezembro. Dezembro da burocracia da decisão: aprovado , reprovado, cansaço extremo e ausência de opções. Enfim: chegou ao fim o ano letivo de 2016. Ano caótico para o mundo, ano de ruídos e ruínas políticas para o Brasil...Enquanto tudo ruía e a raiva me enfurecia: eu estava lá na escola. Quando todo mundo ainda acreditava em alguma coisa: eu só acreditava em uma: a minha função lá na escola. E, enquanto todos andam afirmando a desesperança...eu ainda estou lá na escola: gritando estudem , estudem, pois é a possível esperança que há. Não sei até quando. 
Não sei até quando será tudo. Não sei até quando serei eu. Não sei até quando estarei lá na escola.Mas, isto pouco importa: eu quero ser tudo, ser eu e estar lá na escola até quando for preciso. Não sei até quando será preciso.E , hoje, só desejo um pouco de férias. A professora às vezes descansa, talvez a estudante sempre trabalhe e a fotógrafa sempre queira ver. rsrsrs


domingo, 11 de setembro de 2016

[Quase] tudo é tolice



Resume- se a vida
Em tolices...
Políticas, escolares
E até mesmo alimentares:
Come-se comida"diet"
Bebe-se comida"light"
Nem por isso emagrece!
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Resume-se a vida
Em tolices...
Consumíveis, rentáveis:
Compra- se roupa, casa, carro
E qualquer inutilidade da moda...
Para afirmar: a vida é bela!
//
Resume-se a vida
Em tolices...
Circos sociais bem armados
Antropologicamente bem-vindos
Mas, na intimidade idiotas distrações.
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Resume-se a vida
Em tolices...
Ideológicas, psicológicas
Mercadológicas obrigatórias...
Para tornar opcional
O que importa para o eu real.



Naiana P. de Freitas 07/09/2016

terça-feira, 26 de abril de 2016

Recuso-me a conjugar esse verbo: temer.


O que me resta agora é conjugar o verbo Te-mer. Mas, me recuso a conjugar esse verbo infame, velhaco,asqueroso. Não resta dúvidas que a escola em que este verbo está sendo ensinado faz parte de um projeto de Brasil "promissor" (risos), mas eu simplesmente por opção não estou inclusa. E, estrategicamente serei sempre oposição. A minha esperança foi surrupiada naquela votação...Só peço que da próxima vez contratem um escritor(a) , que saiba elaborar uma instigante narração, com personagens densas que contribuam para um imprevisível fim. Porque este de agora...cá para nós..rsrsrs.



#contraogolpe
#respeitaminhainteligência

Naiana Freitas, 26 de abril de 2016.

domingo, 24 de abril de 2016

Impeachment é uma farsa muito mal orquestrada e saber disso, é uma maldição.

Após a votação do início da semana, que ainda não digeri, o que era implícito, se tornou descaradamente escancarado... O pior é não ter ninguém para apelar. É lastimável perceber como os discursos machistas, racistas, homofóbicos, e contra o pobre são aplaudidos e reiterados em cena pública, seja na tv, seja na internet.
Como estes pensamentos mesquinhos, covardes, sem fundamentação lógica podem ser alimentados e absorvidos por uma população assim? Na melhor das hipóteses, porque esta parece ser... É a ausência de racionalidade, de um cérebro que uma microcefalia tardia agora vem comprovar.  O mais curioso, para não dizer mais estarrecedor é verificar como nestes discursos subjazem os interesses de poder.  Apesar de existir uma corrente que argumenta inteligentemente contra este processo, ele de forma “elegante” segue a passos largos para a sua conclusão.
Então, o que ainda parece mais triste é perceber que muitos brasileiros apoiam esse engodo sob o pretexto de “mudança”. Como? M.U.D.A.N.Ç.A?  Em seu sentido mais rasteiro, a palavra mudança significa “dispor de outro modo” algo. Como será possível “dispor de outro modo” um governo “oposto” ao atual? Com o bafo sereno da esperança? Se desde o seu surgimento, este “novo governo” já nasce como ilegítimo? (sem o voto direto), e como os seus arquitetos podem estar solapados de corrupção até os dentes? Como um brasileiro em sã consciência acredita que isso é a esperança? É triste, desgastante demais acreditar que trabalhadores creem fazer parte desta elite que protesta e que diz euforicamente: “farinha pouca, meu pirão primeiro”.
 O triste é perceber que uma corja “com um teto de vidro”, mas com o dedo riste cheio de falsa moral, argumente que, para o meu bem, nosso bem, nossa pátria, estão “mudando” este país... Porque, eles não vão mudar nada, vão calar mais a nossa boca com todos os meandros proporcionados pelo dinheiro e pelo poder. E tudo se acomoda novamente: corrupção, propina, licitação para beneficiar alguma empresa, desvio de verba, pedalada fiscal, venda de cargos, fraudes, "jeitinho brasileiro" e principalmente o que no momento falta no cenário brasileiro: um PRESIDENTE bem macho, diga-se de passagem... Logo, a mudança ocorrerá de que jeito? Afastam-se todos os discursos destoantes da mídia e nós voltamos a ser a pacífica, feliz família brasileira torcendo pelos nossos esportistas nas Olimpíadas.
Aviso aos mandachuvas, e principalmente a estes relações-públicas de partidos e de políticos com estas “falas” oportunistas, que não estou orgulhosa do meu país, muito menos confiante em nossas Instituições... Talvez, por ter fé na educação ainda acredite que nos próximos cem anos, sendo muito positiva, tenhamos um país sem uma "minoria" que dite as regras e uma "maioria" que vá na onda....É lamentável perceber que este processo de Impeachment é uma farsa muito mal orquestrada e saber disso, é uma maldição.


Naiana Freitas, 23 de abril de 2016

sexta-feira, 15 de abril de 2016

O "impeachment" faz de forma higiênica e "democrática" uma "reintegração de posse."


O curioso é que seria em um governo de uma mulher que "a merda" secular brasileira seria jogada no ventilador....Sou abaixo corrupção, não sento nem em lugar reservado de ônibus..e quando digo aos meus alunos não sou corrupta...eles se assustam com essa afirmação..porque vocês sabem que a corrupção no Brasil é igual a Deus: você não vê, mas sabe que existe...Sou apartidária, o PT para mim "não fede nem cheira", mas para ficar mais cheirosinho é evidente que precisou se unir ao perfume importado dos "herdeiros da política brasileira", é óbvio. Caso contrário, o Lula lá...dos livros de história, sabe? Nunca seria "o presidente"....óbvio. Sou a favor de Dilma, dizem "ela não governa sozinha" e quem nesse país governa? A política pela educação promovida a partir da inserção deste segmento político é evidente...já fui contemplada pelo PRoUNI, conheço mais de uma dúzia de pessoas com Ensino Superior....Conclui a graduação em uma UFBA que mudou tanto por fora, com suas instalações, quanto por dentro com a heterogeneidade de seus alunos. E, quem acha que a UFBA é péssima hoje..é porque não a viu ontem...ontem por 2008...Sou a favor da educação, acredito no que faço e acho que faço muito mais dentro de uma sala de aula, como professora e cidadã. Então esse negócio de " a crise" foi promovida pelo lava-jato afundou o país, é apenas um bode-expiatório para algo que cedo ou tarde iria eclodir...é curioso como eclodiu em um governo de uma mulher...RSRS. Mas, como a minha lucidez permite não acho que isso é uma conspiração...uma perseguição, se achasse isso me tornaria uma "esquizofrênica patriótica" como estamos vendo por ai..rsrsrsrs.O que deixou todos patriotas sem ser jogo da seleção no Brasil? o mesmo patriotismo "fogo de palha" dessa época, insuflado como um balão elástico pela mídia...patriotismo "oco"...de gente que "odeia seu próprio povo"...então , deseja um "impeachment" que é mais do que "destituição" do poder de uma presidenta....mas, para os " pacíficos manifestantes" canarinhos, este mecanismo é a solução para a corrupção brasileira...Como? na verdade, o "impeachment" faz de forma higiênica e "democrática" uma "reintegração de posse."
....curioso...curioso..curioso..
Naiana Freitas...(18/03/2016)


Naiana Freitas, 15 de abril de 2016.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Procurando respostas...

Haverá “um dia” que direi a mim: “Naiana, você sabe alguma coisa.”? Para não esperar pelo futuro, é melhor responder em meio ao presente mesmo: “Naiana, não. Você ainda pergunta?” (Risos).

Naiana Freitas, 24 de janeiro de 2015.